PROPOSTA DE UM MODELO DE CORRELAÇÃO ENTRE OS FATORES DE EMISSÃO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL (SIN) E A GERAÇÃO TERMELÉTRICA NO BRASIL ENTRE 2000 E 2015

Atualmente no Brasil, o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) é a principal fonte de informações sobre os fatores de emissões relacionados à geração de eletricidade no país. Apesar de seu importante trabalho, estes dados estão disponibilizados somente a partir de 2006, inviabilizando sua utilização para projetos anteriores a esta data. Deste modo, o presente estudo visa estabelecer uma correlação este parâmetro e geração termelétrica no país, de modo a se obter um modelo que auxilie no cálculo das emissões associadas à geração de eletricidade em períodos anteriores, a partir da regressão linear dos dados. Desse modo, foi obtida uma curva de melhor ajuste de R² de 0,9858, aplicável para anos em que a geração termelétrica é de até 15,0%. Atribui-se a este fato as mudanças no mix de combustíveis da matriz nos últimos anos, que modificaram o perfil das emissões, constatação que deve ser investigada com maior profundidade em estudos futuros.

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Autores: Nathália Duarte Braz Vieira (nathaliadbv@unifei.edu.br), Ivan Felipe Silva dos Santos (ivanfelipedeice@hotmail.com), Jamil Haddad, Luiz Augusto Horta Nogueira

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Uso eficiente da energia: dos incentivos regulatórios recentes até a atual lei de eficiência energética

O presente trabalho apresenta os recentes marcos regulatórios relacionados à temática Eficiência Energética até a aprovação da Lei n° 10.295, de 17 de outubro de 2001, que trata do estabelecimento dos níveis máximos de consumo específico de energia, ou mínimos de eficiência energética, de máquinas e aparelhos consumidores de energia fabricados ou comercializados no País.

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Autores: Jamil Haddad

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A lei de eficiência energética e o estabelecimento de índices mínimos de eficiência energética para equipamentos no Brasil

Este trabalho apresenta uma análise do marco regulatório relacionado à Lei nº 10.295, de 17 de outubro de 2001, e ao Decreto nº 4.508, de 11 de dezembro de 2002, que tratam do estabelecimento dos níveis máximos de consumo específico de energia, ou mínimos de eficiência energética, de máquinas e aparelhos consumidores de energia fabricados e comercializados no país. Questões institucionais e operacionais, além de alguns resultados serão abordados visando ao aprimoramento destes importantes instrumentos relacionados à temática eficiência energética.

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Autores: Jamil Haddad

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Geração distribuída no Brasil: oportunidades e barreiras

O desenvolvimento da humanidade está intimamente ligado ao uso da energia em suas diversas formas. Consolidar este desenvolvimento significa, entre outras coisas, garantir que as fontes de energia estejam disponíveis em níveis suficientes e, de igual forma, acessíveis para garantir a demanda de energia que sustenta o desenvolvimento da sociedade moderna. No Brasil, a maior parte da geração de energia elétrica é de origem hidráulica, o que explica o extenso sistema de transmissão necessário para levar esta energia aos centros consumidores. O racionamento de energia ocorrido em 2001 expôs a fragilidade do sistema de geração no Brasil abrindo espaço para que a discussão sobre fontes alternativas de energia ganhasse força. Adicionalmente, restrições ambientais têm cada vez mais dificultado a abertura de novas faixas de servidão de linhas de transmissão. Como contribuições principais deste trabalho tem­se, a identificação, no Brasil, das principais oportunidades e barreiras para implantação da geração distribuída.

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Autores: Marcos Vinícius Xavier Dias, Edson da Costa Borotni, Jamil Haddad

Avaliação Da Economia De Energia, Atribuída A Ações De Etiquetagem Energética, Em Motores De Indução No Brasil

Desde 1995 o Brasil tem implementado o programa de etiquetagem energética Selo PROCEL para estimular os fabricantes a aumentarem a eficiência de muitos eletrodomésticos e equipamentos. Em 2003 os motores de indução começaram a receber o Selo PROCEL o que ajudou a ampliar a eficiência desses equipamentos devido aos limites de eficiência estabelecidos pelo programa de etiquetagem. Este trabalho apresenta o desenvolvimento de um modelo para calcular os impactos energéticos (economia de energia e redução de demanda de ponta) obtidos por ações de etiquetagem energética, no caso do presente estudo, pelo uso de motores com o Selo PROCEL. O modelo desenvolvido faz o uso de informações de vendas e de uma função de descarte para as estimativas do parque de motores. Aproximações quanto aos efeitos do carregamento e degradação de desempenho dos motores ao longo da vida útil são consideradas nos cálculos do consumo.

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Autores: Rafael Balbino Cardoso, Luiz Augusto Horta Nogueira, Edson da Costa Bortoni, Jamil Haddad, Edson Palhares de Souza

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