A Avaliação dos Custos Completos Através de um Estudo de Caso

Este trabalho propõe e discute urna abordagem para a incorporação de externalidades dentro do planejamento energético. Essa abordagem corresponde à Avaliação dos Custos Completos (econômicos, ambientais, sócio-culturais). Para isso, escolheu-se um estudo de caso específico como a produção de termofosfato na região do Médio Paranapanema, no Estado de São Paulo. O objetivo neste estudo é definir quais as melhores opções de suprimento energético. A partir de uma gama de alternativas de suprimento, fez-se uma triagem inicial para posteriormente realizar a avaliação que, neste estudo, foi em parte quantitativa e também qualitativa, discutindo-se ao final os resultados obtidos.

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Autores: Cláudio Elias Carvalho, Lineu Belico dos Reis, Miguel Edgar Morales Udaeta, Charles Cheng Tsu Chian

Análise Comparativa da Geração Elétrica Hídrica vs. Gás Natural

0 Brasil é um país que possui diversas fontes de energia capazes de gerar eletricidade. Durante décadas, as hidrelétricas foram preponderantes na matriz energética nacional, porém atualmente outras fontes vem ganhando espaço, com destaque para o crescimento acelerado da utilização do gás natural. A opção por um destes dois recursos energéticos não deve ser realizada levando em conta somente os aspectos financeiros e a tecnologia envolvida; diversos fatores sociais, ambientais e políticos estão envolvidos e devem influenciar igualmente na escolha. Baseada na filosofia de Planejamento Integrado de Recursos e buscando o Desenvolvimento Sustentável, pode-se tomar a decisão mais acertada, onde tanto os investidores quanto os indiretamente envolvidos (sejam os consumidores ou a população ao redor da usina) saiam ganhando.

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Autores: Luiz Claudio Ribeiro Galvão, Júlio Henrique Boarati, Rafael Amaral Shayani, Miguel Edgar Morales Udaeta

Análisis de la industria energética en Bolívia en el marco del mercado competitivo

En este trabajo es analizado el nuevo ambiente de mercado competitivo para el sector energético en Bolivia, en la perspectiva de las leyes, reglamentos y procedimientos empleados actualmente en el Sector Energético, con énfasis en los Hidrocarburos (Petroleo y Gas Natural) y la Electricidad. La regulación del mercado competitivo trae consigo la orientación de los procesos para el cambio de paradigmas comunes en el pasado en América Latina. Son determinadas las reglas y procedimientos que deben ser estudiados con profundidad para establecer la transformación del mercado, en los países con economía estatal, en mercado competitivo, en forma estable y sostenible técnica, económica y socialmente. La discusión y el análisis muestra que las reformas consiguieron la mayoría de sus objetivos, como: la captación de nuevos capitales y la creación de condiciones de competitividad, exceptuando la disminución de costos en el sector eléctrico donde fue detectada la necesidad de mejora de la regulación en los procedimientos y modelos utilizados y, en especial en la búsqueda de la regulación óptima para la actividad de distribución por la metodología empleada en cálculo de la rentabilidad regulada. Otro problema es la tendencia a la dependencia del gas natural en la matriz. El precio del gas está favoreciendo la expansión de la infraestructura de consumo basada en este insumo, que en caso de agotamiento de reservas puede producir una elevación de precios, determinando problemas en el mercado y creando problemas sociales. Son recomendadas medidas para el mejoramiento de la regulación de los mercados tanto en el modelo como en las herramientas desarrolladas

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Autores: Miguel Edgar Morales Udaeta, Lineu Belico dos Reis, Renan Jorge Orellana Lafuente, Ramiro Omar Rojas Zurita, Geraldo Francisco Burani

Inserção das externalidades no planejamento  energético através do ACV e o ACC  

O objetivo deste trabalho é apresentar e discutir aspectos conceituais e metodológicos de duas ferramentas que são a Avaliação dos Custos Completos (ACC) e Análise do Ciclo de Vida (ACV), no contexto da tomada de decisão dentro do planejamento energético. O propósito de estudo dessas metodologias é compor um conjunto de ferramentas que integradas possam incorporar questões sócio­ambientais, tratadas como externalidades, de uma forma aplicável e efetiva, juntamente com os demais aspectos, sobretudo econômicos, pertinentes ao setor elétrico. A utilização desse ferramental, aqui disponibilizado, propicia uma avaliação mais abrangente e real de custos e benefícios incorridos nas diversas alternativas a serem avaliadas num planejamento energético, indo de encontro à necessidade de se caminhar rumo à um desenvolvimento energético sustentável, sendo a sua aplicação totalmente coerente no âmbito do Planejamento Integrado de Recursos.

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Autores: Lineu Belico dos Reis, Cláudio Elias Carvalho, Luiz Claudio Ribeiro Galvão, Miguel Edgar Morales Udaeta

Ponderação analítica para da integração energética na América do Sul

Neste artigo, pretende­se mostrar um panorama atual da integração energética, formular a disposição dos atores e analisar as bases para fortalecimento das relações transfronteiriças de energia. Para isto parte­se da percepção de que a situação atual em que se manifesta a Indústria Energética de alguns países na América do Sul mostra o escopo e o papel da integração energética. No comércio energético transfronteiriço, é a Argentina quem mais infraestrutura criou para negociar fluxos de “elétrons e moléculas” aos países vizinhos. Observa­se que se bem a integração possibilita o acesso às vantagens das economias de escala e a compartilhar reservas, não está muito claro o negócio em si referido a questões jurídicas, de regulação e de contrato no longo prazo, que é quando aparecem as barreiras de soberania e prioridades internas, como provam recentemente os casos da Argentina (escassez de gás natural) e Bolívia (abundância de gás natural). Como resultado, no caso do gás natural, tem­se que a integração real na região passa pela inclusão dos atores de mercado e deve contemplar a Bolívia pelas suas reservas de gás natural e sua posição geográfica; ao Chile, que tem mínimas reservas energéticas, e ao Brasil, que apesar de possuir reservas tem grandes necessidades de energia e mais a longo prazo Venezuela deverá ser quem garanta a integração física. Nesse sentido, conclui­se que interconexões (no escopo da integração energética) significam infra­estrutura de grande alcance com metas binacionais e multinacionais, com todos os atores sempre contemplados nos negócios, e os próprios países como garantia final e como um meio para se ter acesso a um serviço mais eficiente em qualidade e segurança em termos de abastecimento energético. Então, deve­se definir o papel, a organização e o funcionamento do mercado energético integrado.

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Autores: Miguel Edgar Morales Udaeta, Geraldo Francisco Burani, Murilo Tadeu Weneck Fagá, Cidar Ramón Rocha Oliva