Panorama do Mercado Eólico Brasileiro – Análise de Investidores e Fabricantes

O mercado eólico brasileiro passa hoje por uma fase de consolidação de investimentos tanto na parte de geração como de fabricação. Essa fonte de energia renovável começou no Brasil vagarosamente no final dos anos 90 e tendo instalado apenas 27,1 MW em quatro estados com geradores de médio porte. Com a criação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA) um formidável conhecimento foi obtido e posteriormente favoreceu o crescimento da energia eólica em terras brasileiras, mas a maturação aconteceu através do sucesso nos leilões federais de energia que tornaram a fonte competitiva, atraindo diversos investidores nacionais e internacionais num processo de desenvolvimento contínuo, gerando oportunidades e empregos. Um panorama buscar traçar e apresentar a conjuntura de um setor e é isto que será apresentado.

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Autores: Humberto Dionísio de Andrade, Antônio Felipe de Freitas Oliveira, Milton de Oliveira Pinto

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Estudo dos Efeitos na Qualidade do Ar e na Saúde Humana do Funcionamento de Usinas Termoelétricas em Regiões Intensamente Urbanizadas: O Caso da UTE Piratininga – SP

A poluição atmosférica há tempos tem sido um grave problema de saúde pública em diversos países no mundo. O processo de desenvolvimento implica industrialização e consumo, especialmente de energia elétrica. No Brasil, a maior parte dessa geração vem das hidrelétricas, complementadas pelas termoelétricas. No entanto, o funcionamento de usinas movidas a combustíveis fósseis pode acarretar a emissão de poluentes atmosféricos. A atividade das fontes fixas, somada à emissão das fontes móveis (responsável por 90% da poluição atmosférica no Estado de São Paulo), tem demonstrado sérias e fortes associações aos problemas de saúde. Desse modo, o objetivo desta pesquisa foi estudar os efeitos que o funcionamento da UTE Piratininga – usina cravada na RMSP de essencial importância energética para a região – exerce sobre a qualidade do ar e saúde da população do entorno. Entretanto, ao analisar os resultados, somente foi possível verificar uma relação entre os problemas respiratórios e o não funcionamento da usina. Apesar de infelizmente não terem sido encontradas evidências da interferência direta da usina na qualidade do ar, constatou-se que a qualidade do ar em alguns pontos da RMSP não tem se mostrado satisfatória, segundo os dados da CETESB.

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Autores: Louise Nakagawa, Francisco de Assis Comarú, Federico Bernardino Morante Trigoso

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Geração de energia e seus impactos socioambientais: o caso da UTE Piratininga – SP

No Brasil a maior parte da geração de energia elétrica vem das hidrelétricas, complementadas pelas termoelétricas que emitem consideráveis quantidades de poluentes para a atmosfera. No entanto, não se pode esquecer a emissão veicular, que nos grandes centros urbanos, tem demonstrado sérias e fortes associações aos problemas de saúde. Neste trabalho, foram estudados os impactos que a geração de energia da UTE Piratininga acarreta sobre o meio ambiente e saúde da população do entorno. Para isso foi analisado o EIA da modernização e ampliação da usina e os dados de saúde relacionados às doenças do aparelho respiratório da população próxima, ocorridos no período de 1998 a 2007. Sobre os dados de qualidade do ar mostrados através do EIA, pode-se afirmar que, baseado em simulações, após a modernização do empreendimento a quantidade de poluentes atmosféricos diminuiria significativamente, com exceção dos compostos orgânicos voláteis. Já com relação aos dados de saúde, é possível verificar que a taxa de óbitos por doenças do aparelho respiratório nos distritos de Cidade Ademar e Pedreira foram maiores que a taxa do crescimento populacional no período analisado. Também foram observadas algumas correlações entre a geração de energia da usina e os casos de inalações nas UBS próximas. Mas cabe destacar que esses fatos também podem ter sido influenciados principalmente pela crescente frota veicular na RMSP. Além disso, baseado no PDE – 2008/2017, constata-se que o investimento em termoelétricas continuará nos próximos 10 anos indicando a possibilidade de problemas futuros relacionados à qualidade do ar e saúde da população, caso nenhuma medida de controle, monitoramento ou fiscalização seja estabelecida e implementada.

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Autores: Louise Nakagawa, Francisco de Assis Comarú, Federico Bernardino Morante Trigoso

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