ESTIMATIVA DA GARANTIA FÍSICA DE USINAS HIDRELÉTRICAS COM DESPACHO NÃO CENTRALIZADO

Contrapondo a geração histórica à garantia física das usinas hidroelétricas não despachadas pelo operador nacional do sistema, observa-se que, recorrentemente, algumas destas usinas vêm gerando abaixo das suas respectivas garantias físicas. Neste contexto, tomando como base as diretrizes estabelecidas pelos agentes reguladores e considerando um histórico de vazões, apresentado no projeto básico da usina, propõe-se neste trabalho uma abordagem alternativa para o cálculo da garantia física destas usinas com despacho descentralizado, a partir do emprego da média harmônica ponderada.

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Autores: Cláudio Siervi Mota Júnior (claudio.siervi@wesee.eng.br), Ivana Costa Nasser, Marciano Morozowski Filho, Odilon Luís Tortelli

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Diversificação da Matriz Energética a partir da Conexão de Fontes de Geração Distribuída Abastecidas com Biogás de Dejetos Suínos

Uma das formas de minimizar o problema do déficit de energia é a diversificação da matriz energética do país, principalmente através da conexão de gerações distribuídas (GD) que façam uso de fontes renováveis de energia – como é o caso do biogás proveniente do tratamento de dejetos de suínos. Sendo assim, este artigo tem o objetivo levantar o potencial energético de geração de energia a partir do biogás oriundo de dejetos de suínos e através de um estudo de caso, avaliar o impacto da conexão desta GD em uma rede de distribuição.

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Autores: Wagner da Silva Brignol, Luciane Neves Canha, Alexandre Barin, Ana Carolina Santos, Miguel de Carli

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Estudo do Potencial de Participação das Fontes Renováveis de Energia na Matriz Elétrica do Estado do Paraná

Uma das questões fundamentais para o desenvolvimento sustentável na sociedade atual está na geração de energia elétrica com a utilização cada vez maior de fontes renováveis de energia, e com menor agressão ao meio ambiente. Historicamente o Estado do Paraná tem sido um dos maiores produtores de energia elétrica do país, quase em toda a sua totalidade através de hidroelétricas. Entretanto, o aproveitamento desta fonte no estado, assim como no Brasil, está em declínio devido ao esgotamento do potencial hídrico e, também, devido à pressão da sociedade quanto aos impactos ambientais, sociais e econômicos ocasionados para formar grandes reservatórios, dificultando cada vez mais a sua expansão na matriz elétrica.

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Autores: Gerson Máximo Tiepolo, Osiris Canciglieri Junior, Jair Urbanetz Junior

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Geração distribuída: Discussão conceitual e nova definição

Os sistemas elétricos convencionais não conseguem garantir o suprimento sustentável de energia elétrica com a abrangência e a qualidade exigidas pela sociedade do século XXI.Esse fato, associado ao enorme avanço tecnológico dos últimos anos, abriu razoável espaço para a expansão da geração distribuída (GD), que tem como seus principais focos o fornecimento de energia elétrica a quem ainda não tem acesso a ela e a redução dos impactos ambientais da geração centralizada convencional. No Brasil, por motivos sociais, ambientais, econômicos, legais e estratégicos, a discussão acerca desse tema é imprescindível. Então, considerandose que o tema GD é bastante importante, especialmente para o Brasil, controverso e não-consolidado, faz-se necessária uma ampla discussão acerca dele, a começar pelos aspectos conceituais. Este trabalho, reconhecendo essa necessidade, discute, de forma inédita, o conceito de GD e conceitos e aspectos relacionados a ela; propõe novas classificações de aspectos relativos à GD; propõe uma nova definição de GD, mais completa e com mais aplicabilidade que as existentes; e sugere aplicações inovadoras para os resultados apresentados.

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Autores: Mauro Moura Severino, Ivan Marques de Toledo Camargo, Marco Aurélio Gonçalves de Oliveira

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A Expansão da Oferta de Energia Elétrica nos Centros Urbanos Brasileiros por Meio de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede

Este trabalho tem como objetivo traçar perspectivas a respeito da produção de eletricidade por meio de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFCR) no Brasil e de sua inserção em grande escala na matriz elétrica como forma complementar de geração de energia elétrica. Os SFCR trazem diversos benefícios ao Sistema Elétrico e ao ambiente, por produzirem energia de forma limpa e silenciosa, nos próprios locais de consumo, evitando a construção de grandes plantas geradoras e dispensando gastos adicionais com transmissão e distribuição. Em geral, esses sistemas podem ser integrados à arquitetura das edificações, aproveitando-se a cobertura de estruturas pré-existentes no ambiente construído. Ainda assim, e embora apresente elevado potencial solar, o Brasil possuía, ao final de 2009, uma potência instalada de apenas 161,32 kWp referentes aos SFCR, valor considerado ínfimo comparado, por exemplo, com os 4,5 GWp instalados somente na Europa no ano de 2008. Este estudo mostra que o custo de geração a partir dos SFCR ainda é elevado, chegando a ser 2,4 vezes maior do que a tarifa residencial média praticada no Brasil, o que inviabiliza comercialmente a tecnologia. Por outro lado, aponta uma tendência de equiparação entre esses dois valores já na próxima década para diversas localidades, o que tornará os SFCR uma alternativa viável. Porém, para que a falta de critérios técnicos adequados não prejudique a disseminação da tecnologia no futuro, faz-se necessária a correta regulamentação da atividade pelos agentes do Setor Elétrico.

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Autores: Ricardo da Silva Benedito, Roberto Zilles

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