Editorial

Vários acontecimentos marcaram os rumos do setor energético brasileiro no ano de 1996. Dentre estes merecem ser citados a realização do VII Congresso Brasileiro de Energia ­ CBE e II Seminário Latino Americano de Energia ­ SLAE, ambos promovidos peia COPPEIL7FI~I Q Clube de Engenharia; o início de trabalhos de consultoria norte americana para modelagem do setor elétrico nacional; a privatização de algumas empresas distribuidoras de energia elétrica estaduais; o novo projeto de regulamentação do setor petróleo, atualmente em discussão no Congresso Nacional; o início das concorrências para a construção do gasoduto visando a importação de gás natural da Bolívia; entre vários outros.

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Efeito Radioativo das Emissões de Gases de Efeito Estufa por parte de Automóveis no Brasil

Este trabalho examina o impacto direto e indireto no aquecimento global considerando­se a utilização da gasolina e do álcool combustível em automóveis e veículos comerciais leves no Brasil. A fim de se alcançar este objetivo, quantificam­se aqui as emissões de CO2, CO, HC’s e NOx em unidades de CO2 ­ equivalente para os horizontes de tempo de 20, 1.00 e 500 anos. Os resultados mostram que, ao considerarmos a utilização da gasolina em automóveis e veículos comerciais leves, o efeito de aquecimento indireto para o horizonte de tempo de 20 anos é aproximadamente 47 % do aquecimento total, decaindo para 23 % e 14% para os horizontes de tempo de 100 e 500 anos, respectivamente. No caso da utilização do álcool combustível, considerando­se que as emissões líquidas de CO2 são negligenciáveis, e considerando­se também que as emissões de CO e HC’s são transformadas em CO2 e H20 na atmosfera, o efeito de aquecimento indireto é devido exclusivamente às emissões de NOx, totalizando 100% do aquecimento total. Considerando­se ambos, gasolina e álcool como combustíveis utilizados nos automóveis e veículos comerciai s leves no Brasil, a divisão do aquecimento indireto no aquecimento total iguala­se a 53 % para um horizonte de 20 anos, decaindo para 27% e 1 6% para os horizontes de tempo de 100 e 500 anos, respectivamente.

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Autores: Luiz Adalberto Barbosa Uria, Roberto Schaeffer

La Apertura Petrolera: un intento de explicación dentro del capitalismo rentístico venezolano

Desde finales de la década de los ochenta, cuando Venezuela debió someterse a un programa de ajustes sujeto a los condicionamientos del Fondo Monetario Internacional(FMI) y del Banco Mundial(BM), el gobierno se vio precisado a tomar la decisión de abrir las puertas de la industria petrolera nacional en las actividades de exploración­producción (E&P) a la inversión privada. Pero esa decisión no se adoptó en 1989 cuando se tomaron algunas medidas tendentes a cortegir desequilibrios macroeconómicos básicos de la economía venezolana. La apertura petrolera sólo se concretó a partir de 1992, cuando el gobierno permitió la entrada de capital privado para reactivar campos petroleros marginales o inactivos.

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Autores: C. Domingo, M. Fargier, J. Mora, V. Ramírez, A. Rojas y G. Tonella

Descaminhos da Política Energética

Energia é um fator indispensável para toda e qualquer atividade humana. Dela dependem os transportes, as comunicações, a produção industrial, a conservação dos alimentos, a iluminação das residências e dos logradouros públicos o funcionamento dos hospitais, das instituições de ensino, dos laboratórios, etc. O planejamento energético deveria pois ocupar posição destacada, na formulação da política de desenvolvimento econômico e social. Mas não é isso que acontece no Brasil. Neste artigo são apontados alguns desvios da atual política energética, que, senão forem corrigidos a tempo, poderão acarretar, para todo o país, gravíssimas conseqüências de caráter econômico, social e ambiental, já na entrada do século XXI. O trabalho baseia­se numa exposição feita para os estudantes de mestrado do IEE/USP, em 27/06/96; posteriormente atualizada e reapresentada no III Encontro Nacional de Estudos Estratégicos, em 17/10/96: e num colóquio do Departamento de Física da PUC­Rio, em 07/11/96.

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Autores: Joaquim Francisco de Carvalho