Energias Renováveis para o Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Isoladas da Amazônia

Saber que o ambiente natural da Amazônia está em perigo e em vias de desaparecimento é, hoje em dia, lugar comum. Recordar que é necessário proteger essa região para melhorar a estabilidade do clima global e preservar o maior patrimônio genético do mundo, também é uma verdade muito conhecida. No entanto, o mais difícil é encontrar medidas concretas capazes de corrigir a tendência atual, que prevê a descaracterização da floresta tropical da Amazônia em cerca de 40 anos.

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Autores: Marco Alfredo Di Lascio, Marcos Aurélio V. Freitas, Ana Cláudia S. Marques

Los Impuestos Ecológicos – Eco Tasas: Aplicación y Evalución de sus Impactos

Entre los instrumentos econômicos utilizados como políticas de reducción de CO, se encuentran los impuestos/tasas ambientales — “eco tasas”. Tales tasas tendrían Ia íunción de inhibir Ias emisiones de CO, relacionadas a Ia combustión de combustibles, a partir de Ia contracción dei consumo por el incremento de los precios debido a Ias tasas. Este trabajo tiene como objetivo evaluar una supuesta aplicación de tasas al consumo de combustible en el Brasil. Los montos de Ias tasas propuestas son US$ 20, 30, y 50/tEP que serían aplicados en cuatro escenarios de crecimiento econômico dei país (0, 2, 4 y 5% a.a.). Para lograr este objetivo se claboró un modelo macroeconométrico de crecimiento a largo plazo medido por el PBI.

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Autores: Miriam Liliana Hinostroza Suárez, Sinclair Mallet-Guy Guerra

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A Evolução do Gerenciamento do Lado da Demanda do Setor Elétrico Público: Um Estudo Comparativo entre o Brasil e a França

Procura-se analisar comparativamente o aparecimento e evolução de programas de CLD no Brasil e na França, que apresentavam até recentemente uma certa similaridade de organização de seu setor elétrico, ambos com forte participação do setor público, monopolísticos e de gestão altamente centralizada. Resulta da análise que em ambos os casos as iniciativas de programas de CLD tiveram início tardiamente quando comparados com outros países, e após surgirem sinais evidentes de onerosas distorções do lado da demanda. No entanto, essas iniciativas ainda permaneceram em uma escala marginal em ambos os países. Este desempenho muito modesto no que diz respeito aos ganhos de eficiência energética e econômica no nível dos equipamentos de uso final contrasta com o desempenho notório do setor em termos de competitividade da oferta convencional. Nesse sentido, pôde ser identificada uma contradição entre os objetivos do monopólio público e o ótimo coletivo, o que sugere que a noção de bem público associada ao acesso generalizado à energia elétrica deve ser revisada para incorporar também a exploração dos ganhos de eficiência associados aos potenciais de CLD. Daí, sugere-se uma nova responsabilidade para o poder público, seja através da tutela ministerial do serviço público de energia elétrica ou da agência de regulação recentemente criada no Brasil.

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Autores: Gilberto De Martino Jannuzzi, Christophe de Gouvello, Lionel Cauret

A Avaliação dos Custos Completos Através de um Estudo de Caso

Este trabalho propõe e discute urna abordagem para a incorporação de externalidades dentro do planejamento energético. Essa abordagem corresponde à Avaliação dos Custos Completos (econômicos, ambientais, sócio-culturais). Para isso, escolheu-se um estudo de caso específico como a produção de termofosfato na região do Médio Paranapanema, no Estado de São Paulo. O objetivo neste estudo é definir quais as melhores opções de suprimento energético. A partir de uma gama de alternativas de suprimento, fez-se uma triagem inicial para posteriormente realizar a avaliação que, neste estudo, foi em parte quantitativa e também qualitativa, discutindo-se ao final os resultados obtidos.

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Autores: Cláudio Elias Carvalho, Lineu Belico dos Reis, Miguel Edgar Morales Udaeta, Charles Cheng Tsu Chian

Uso de Resíduos Agrícolas para fins Energéticos: O Caso da Palha de Cana-de-açucar

Hoje, no Brasil, a produção de resíduos agrícolas e florestais é muito diversificada, dadas as dimensões do país e suas especificidades regionais. É praticamente impossível generalizar o uso energético dos resíduos produzidos, assim como suas características. Entende-se, aqui, como resíduos agrícolas e florestais aqueles oriundos da ação produtiva do homem, excluindo-se, portanto, os resíduos da exploração de florestas e outras vegetações nativas.

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Autores: Luís A. B. Cortez, Sérgio V. Bajay, Oscar Braunbeck