Apresentação

Este número especial da Revista Brasileira de Energia se justifica pela importância crescente que a indústria de Petróleo e Gás Natural têm para a economia brasileira.

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Dos choques petrolíferos à atual estrutura de formação dos preços do petróleo

O petróleo é, reconhecidamente, a principal fonte de energia do mundo moderno. Neste sentido, as relações entre as flutuações dos preços do petróleo e a economia mundial são de grande importância, tornando relevante a tentativa de definir as condições de contorno que ajudam a explicar a formação do preço deste produto no mercado internacional.

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Autores: Helder Queiroz Pinto Junior, Luciana dos Santos Nunes

A formação de preços dos derivados de petróleo no Brasil

O preço dos derivados de petróleo se apresenta como item importante de análise uma vez que o petróleo se constitui na principal fonte energética do mundo, com um mercado bastante organizado e globalizado, sendo responsável por conflitos inter e intra­regionais, geração de políticas de desenvolvimento, inversões de capital para o setor produtivo da economia. Assim, o petróleo se constitui, ainda hoje, em um dos grandes dinamizadores do progresso econômico das nações.

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Autores: Marcio Werner Lima Sathler, Mauricio Tiomno Tolmasquim

Processo de aprendizagem da Petrobrás: Programas de Capacitação Tecnológica em Sistemas de Produção Offshore

Este trabalho mostra as alterações que ocorreram no padrão de inovação da maior empresa industrial brasileira durante a década de 1990, a partir da análise comparativa de dois de seus mais expressivos programas tecnológicos : o Procap 1000 (1986­1992) e o Procap 2000 (1993­1999). O segundo Procap foi, na verdade, uma continuidade do primeiro. O principal objetivo desses programas era capacitar a empresa para produzir petróleo e gás natural em águas profundas e ultra­profundas. O trabalho pretende demonstrar que a implementação do primeiro Procap introduziu mudanças importantes na forma de organizar o processo de inovação dentro da empresa. A Petrobrás passou a executar projetos de forma articulada através de grandes programas, onde foram criados alguns projetos multitecnológicos. Esses programas introduziram a pesquisa cooperativa, envolvendo parceiros externos, como elemento essencial da organização do processo de inovação. A estratégia endógena e nacionalista, na qual a empresa buscava absorver e dominar a tecnologia importada para depois repassá­la aos fabricantes, preferencialmente, nacionais, foi uma das principais características que distinguem o primeiro do segundo Procap. O Procap 2000 incorporou as novas formas de organização da pesquisa desenvolvidas no Procap 1000. Estas formas passaram a referenciar a estratégia global da empresa, a qual tornou­se muito mais interativa e inovativa, se comparada com o programa anterior onde prevalecia um esforço mais voltado para absorção de tecnologia com poucos parceiros tecnológicos. A estratégia da Petrobrás, acentuada no Procap 2000, apontava para o envolvimento da companhia no desenvolvimento de conhecimento de fronteira. Estes esforços, foram acompanhados pelo gradual enfraquecimento dos elos com os parceiros locais.

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Autores: Adriana Gomes de Freitas, André Tosi Furtado

Palavras-chave: , ,

O potencial de consumo de gás natural pelo setor industrial no Brasil

Este artigo discute o potencial de consumo de gás natural pelo Setor Industrial no Brasil para o período 1998­2010. A avaliação do consumo é realizada através de um modelo analítico de previsão baseado em três vetores: indicadores de consumo específico de energia por tipo de uso final (força motriz, calor de processo, aquecimento direto, iluminação, eletroquímica e outros), projeções de produção física dos diversos subsetores da Indústria do país, e coeficientes de substituição inter combustíveis para o gás natural. Como parâmetro de comparação, propõem­se três hipóteses de consumo de gás natural: crescimento vegetativo sem substituição inter combustíveis (opção ”zero”); crescimento com substituição inter combustíveis, equiparando­se o consumo relativo da indústria brasileira ao consumo médio da indústria dos países da OCDE ­ União Européia (opção “OCDE­EU”); e crescimento com substituição total inter combustíveis, ou seja, uso do gás natural sempre que tecnicamente possível (opção “total”). Os resultados encontrados demonstram que o consumo para as hipóteses opção zero, opção OCDE­EU e opção total atingem um volume de aproximadamente 11,6, 51,6 e 165,4 milhões de Nm 3 /dia em 2010, respectivamente.

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Autores: Paulo Marcelo de Figueiredo Montes, Roberto Schaeffer