CIDADE INTELIGENTE, MUDANÇAS NO CONSUMO DE ENERGIA E O USO DA TARIFÁRIA HORÁRIA: PERCEPÇÕES DE NOVAS TRANSFORMAÇÕES NO SETOR ELÉTRICO

O principal objetivo deste trabalho consiste na análise de um survey, com os consumidores de energia elétrica residentes na cidade de Armação de Búzios/RJ, abordando principalmente os temas Cidade Inteligente, o novo medidor de energia elétrica e o novo sistema de cobrança tarifária. Sendo uma pesquisa aplicada, além da discussão metodológica, dispõe dos diagnósticos dos moradores locais sobre essas temáticas. Com os dados desta pesquisa, pôde-se analisar aspectos relacionados à avaliação do serviço de fornecimento de energia, as práticas e percepções sobre consumo eficiente e, por fim, a imagem da Ampla.

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Autores: Jimmy Medeiros (jimmy.medeiros@fgv.br), Márcio Grijó Vilarouca, Philippe Chaves Guedon, Ivan Araujo Albuquerque

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FEED-IN TARIFF COMO ALTERNATIVA DE INCENTIVO AO DESENVOLVIMENTO DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA POR FONTES RENOVÁVEIS NO BRASIL

A matriz energética brasileira sofreu modificações notáveis ao passar dos anos, apresentando uma redução da participação de fontes renováveis e aumento da utilização de derivados de petróleo na geração de energia elétrica. Este aumento resulta em uma maior emissão de gases de efeito estufa, gases responsáveis pelo aquecimento global. Desta forma, se faz necessária à intervenção do governo com a implantação de políticas públicas para promoção da utilização de fontes renováveis na produção de energia elétrica. Um programa que tem apresentado bons resultados em diferentes do mundo é o modelo Feed-In-Tariff (FIT), que é o pagamento da eletricidade de geradores privados regulado pelo governo. O objetivo deste artigo foi avaliar a matriz energética brasileira e as possibilidades de implementação do programa FIT, como forma de subsídio para ampliação da utilização das fontes renováveis de energia na matriz energética de energia elétrica. O sistema FIT é um programa difundido mundialmente e utilizado por diversos países, dentre eles destacam-se a Alemanha, detentora da maior potência fotovoltaica instalada no mundo, e o Japão, que tem apresentado grande crescimento em suas fontes renováveis de energia para a geração de energia elétrica. O sistema elétrico de potência brasileiro é interligado e a maior parte das fontes geradoras estão longe dos grandes centros consumidores, ocasionando uma considerável perda na transmissão; situação que pode ser minimizada ou resolvida com o estimulo à produção de pequenas centrais geradoras, próximas aos centros consumidores. O sistema FIT é o programa mais expressivo mundialmente na promoção de fontes renováveis na geração de energia elétrica, principalmente eólica e solar. O Brasil, que estima aumentar o uso de termoelétricas até 2030, poderá utilizar o programa como medida de atenuação da utilização de derivados do petróleo e incentivo às fontes renováveis de energia, que são abundantes e praticamente inesgotáveis.

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Autores: Giovanni Gueler Dalvi (giovanni.dalvi@ufv.br), Delly Oliveira Filho, Élida Maria Bezerra Rodrigues

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IMPACTO DE PEQUENAS FONTES SOLARES SOBRE O FATURAMENTO DE DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA ELÉTRICA

Este artigo apresenta um modelo para análise de políticas de incentivo à micro e minigeração solar fotovoltaica, bem como para avaliação do impacto da utilização destas fontes no faturamento de distribuidoras de energia elétrica e na arrecadação de impostos. No Brasil, a micro e mini geração para consumidores foi possibilitada a partir da Resolução Normativa N°482/2012. Este cenário motiva o desenvolvimento de modelos que permitam avaliar o comportamento do consumidor/gerador e de políticas que incentivem a implementação destas pequenas fontes fotovoltaicas. O modelo proposto utiliza a abordagem de Dinâmica de Sistemas para avaliar diferentes políticas de incentivo, com o intuito de auxiliar o consumidor na tomada de decisão quanto ao investimento em micro e mini geração. Os resultados obtidos mostram o efeito do comportamento do consumidor/gerador sobre o faturamento da distribuidora e sobre a arrecadação de impostos dos governos estaduais e federal. Dentre outras conclusões, os resultados obtidos indicam que políticas, como, p. ex., a retirada do ICMS sobre a energia gerada, incentiva a implementação destas fontes, mas reduzem o faturamento da distribuidora.

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Autores: Cristiano Baumgarten (cb.baumgarten@gmail.com), Gladis Bordin, Gustavo Dorneles Ferreira

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IMPACTOS OPERACIONAIS DA COMPLEMENTARIEDADE DE FONTES DE GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA E A BIOGÁS EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Com as alterações da Resolução Normativa (REN) 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que regra o sistema de conexão e compensação de energia elétrica das micro e miniGD, por meio da REN 687/2015 que entrou em vigor em março de 2016, instiga, cada vez mais, a complementariedade de fontes de geração distribuída com a integração de recursos disponíveis. Este trabalho tem por objetivo, o desenvolvimento de perfis de geração de um sistema solar fotovoltaico, na modelagem de uma curva genérica de geração horária ao longo de um dia. Ainda, será realizada a complementariedade por meio da sobreposição de curvas na integração de sistemas fotovoltaicos com sistemas de geração a partir de biogás de dejetos suínos. Ao realizar a integração desses recursos de geração serão analisados os comportamentos operacionais (carregamento de potência ativa e reativa, carregamento de condutores e perdas elétricas) causados a rede de distribuição devido à inserção dessas fontes de GD de forma conjunta.

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Autores: Rodrigo M. de Azevedo (rodrigo_motta@pelotas.ifsul.edu.br), Wagner S. Brignol, Luciane N. Canha, Dalvir Maguerrosky

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POTENCIAL ENERGÉTICO DAS ONDAS NA COSTA BRASILEIRA

Apresenta-se um modelo matemático em redes neurais para a avaliação do potencial de geração de energia elétrica mediante ondas. O objetivo é desenvolver um modelo confiável, capaz de avaliar de maneira precisa este recurso nos locais mais promissores da costa brasileira. Para validar o modelo, foi usada uma série de medições diretas, registradas durante 10 meses consecutivos por um perfilador acústico de ondas. O modelo conseguiu caracterizar o comportamento desta fonte renovável no local com um erro médio de 9,25%.

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Autores: Antonio Santos Sánchez (sanchezbahia@gmail.com), Diego Arruda Rodrigues, Ricardo de Araújo Kalid, Ednildo Andrade Torres

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