Caracterização do espaço regulatório para Smart Grid

Evoluir o negócio de energia no Brasil não aparece nesta análise meramente como uma possibilidade, mas como um fato a ser acompanhado, a receber fortes incentivos e a ser re-regulado. Esforços apropriados devem ser feitos para se realizar o adequado planejamento, projeto e custos devem ser promovidos pelas agências reguladoras (de energia e de telecomunicações, pelo menos). Políticas públicas e regulação falhas ou incompletas podem gerar inconsistências com os requisitos energéticos futuros para o país, considerando a obsolescência das redes atuais, as tendências e a necessária aderência ao pacto global de sustentabilidade. Todos os stakeholders devem ser envolvidos, e organizados para construir ou modernizar a rede de energia em seus aspectos de qualidade, disponibilidade, infraestrutura, padronização, interoperabilidade e sustentabilidade e deve-se buscar a consciência de uso/demanda, de renda e de entendimento dos clientes de forma adequada. Foram estudadas novas tecnologias, novas possibilidades de serviços e preços. Incentivos, bem como a evolução das normas regulatórias apareceram como fundamentais para manter e expandir o fornecimento da energia e gerenciar a demanda, com implicações na melhora do relacionamento entre consumidor-cliente e concessionária e nos investimentos/receitas para o capital investido.

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Autores: Carlos Alberto Fróes Lima, Gilberto De Martino Jannuzzi

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